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sábado, 11 de maio de 2013

Novas microbaterias (menores do que a do seu celular) podem dar partida no seu carro



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A bateria mais poderosa do planeta tem apenas alguns milímetros de tamanho, mas é tão eficaz que um motorista poderia usar um celular alimentado por ela para dar início a uma bateria de carro morta, e depois recarregar o mesmo telefone em um piscar de um olho.
Desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (EUA), a nova microbateria supera até mesmo os melhores super capacitores em potência e pode impulsionar novas aplicações em comunicações de rádio e eletrônicos compactos.

“Nas últimas décadas, a eletrônica tem ficado pequena. As peças de computadores ficaram pequenas. E a bateria ficou para trás. Esta é uma microtecnologia que poderia mudar tudo isso. Agora, a fonte de energia é de alto desempenho como o resto”, disse o pesquisador William P. King, professor de engenharia mecânica na universidade.

Poder + energia

Com as fontes de energia disponíveis atualmente, os usuários têm que escolher entre poder e energia. Para aplicações que necessitam de uma grande quantidade de potência, como transmitir um sinal de rádio a longa distância, os capacitores podem liberar energia muito rapidamente, mas só podem armazenar uma quantidade pequena dela.
Para aplicações que necessitam de uma grande quantidade de energia, como a reprodução de um rádio por um longo tempo, células de combustível e baterias podem conter uma grande quantidade de energia, mas a liberam ou recarregam lentamente.
“Se você quer alta energia não tem alta potência, e vice-versa. Mas, para aplicações muito interessantes, especialmente as modernas, você realmente precisa de ambas. Isso é o que nossas baterias estão começando a fazer”, conta James Pikul, estudante de pós-graduação e principal autor do artigo.
As novas microbaterias oferecem tanto poder quanto energia. Os pesquisadores podem ajustá-la em uma ampla faixa de escala de poder versus energia.

A tecnologia

As baterias devem a sua alta performance a sua microestrutura tridimensional interna. Elas têm dois componentes principais: o anodo (lado negativo) e catodo (lado positivo). Partindo de um projeto de catodo de carregamento rápido, os pesquisadores desenvolveram um anodo correspondente e, em seguida, uma forma de integrar os dois componentes em microescala para fazer uma bateria completa com desempenho superior.
As novas baterias poderiam permitir que sensores ou sinais de rádio transmitissem 30 vezes mais, ou que dispositivos 30 vezes menores fossem criados. Elas são recarregáveis e podem carregar 1.000 vezes mais rápido do que as tecnologias concorrentes atuais (imagine carregar seu celular em menos de um segundo).
Além de eletrônicos, dispositivos médicos, lasers, sensores e outras aplicações poderiam se beneficiar dessa tecnologia.
“Qualquer tipo de aparelho eletrônico era limitado pelo tamanho da bateria – até agora”, disse King. “Considere dispositivos e implantes médicos, nos quais a bateria é um tijolo enorme ligado a eletrônicos e fios minúsculos. Agora, a bateria também é pequena”.
O próximo passo da pesquisa é integrar as baterias a outros componentes eletrônicos, bem como analisar uma fabricação a baixo custo.

Esta camisa pode ser usada três meses sem lavar



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A camisa ideal para quem tem pouco tempo para lavanderia é a Wool&Prince, uma camisa de lã que não precisa ser lavada durante três meses. Segundo os fabricantes, essa habilidade maravilhosa (que soa falsa) é possível graças a propriedades do tecido feito de lã selecionada.
Segundo Mac, o criador da camisa, ela é projetada em Bristol (Reino Unido) e fabricada em Xangai (China). Veja algumas de suas explicações para as incríveis capacidades do produto (ou mais especificamente, da lã da qual ele é feito):

  • a lã é 6 x mais resistente que o algodão. As fibras se partem depois de serem dobradas 20.000, enquanto o algodão resiste a 3.200 dobradas;
  • o tecido feito de lã é resistente a enrugamento por que ela conserva a sua forma;
  • a resistência a odores explica-se pelo fato do suor não ter odor e, como a lã permite que ele evapore rapidamente, a ação das bactérias que produzem o mau cheiro é impedida;
  • finalmente, a lã serve de isolante térmico e troca umidade com o ambiente, mantendo o conforto tanto em baixas temperaturas quanto altas temperaturas.

domingo, 17 de março de 2013

Como vai ser o futuro?


Como vai ser o Futuro?

Uma hora todos pensam nisso. Pelo menos todos aqueles que têm algum tempo de raciocínio ocioso, ou que realmente ocupam a cabeça com uma coisa dessas.
Nada de pensar em que não há futuro para nossa espécie. Há sim. Nós somos 6 bilhões de amontoados de carbono que desenvolveram alguma inteligência (não muita) em decorrência da evolução. Isso é gente demais.
Mesmo depois de um efeito estufa, ou de uma guerra nuclear, algumas comunidades de homo sapiens hão de sobreviver. Talvez um pouco bronzeadas ou com membros a mais, mas irão sobreviver.
Então, provado que nós vamos resistir, veremos como vai ser nosso futuro.

Carros mais velozes, voadores e menos poluentes, mas que terão de correr em um mundo quente e desolado. Celulares, computadores, microondas, etc., todos esses aparelhos de hoje em dia vão ser bem menores e possivelmente vão estar acoplados a tantos outros que ainda vamos inventar.
Televisões holográficas, videogames que imitam a realidade, prisões por congelamento, robôs falantes e pensantes, isso tudo, essas coisas que parecem ser de ficção, vão ser realidade.
Então alguém da platéia se levanta e pergunta: “Ta, tudo muito bonito e alegre, mas isso vai demorar muito, então o que nos importa, se já estaremos mortos?”. O palestrante nesse momento agradece a pergunta muito oportuna e aponta para mim para eu poder continuar o texto.
Com os avanços da genética e da medicina logo será possível viver bem mais, e talvez, em um visão bem mais otimista, pra sempre. Então vão logo arrumando algo pra fazer nas tardes de domingo, pra não morrer de tédio (será a única forma interna de morrer).

Então, daqui a 1 bilhão de anos, quando o nosso sol começar a esquentar demais, toda a água da Terra vai evaporar, e toda a água de Marte vai derreter. Vamos de mala e cuia pra lá, tomar um banho refrescante nas recém criadas praias marcianas.
Dali mais 4,5 bilhões de anos, depois que nós já nos acostumamos com Marte, vamos ter que nos mudar mais uma vez. Como o hidrogênio do Sol vai ter acabado, ele vai começar a inchar, tornando as coisas bem quentes em Marte, e nossa única alternativa vai ser ir rapidamente para a periferia, lá em Plutão ou em um dos planetas por perto.
Em 7 bilhões de anos, o sol vai ter inchado tanto (vai ficar 166 vezes o tamanho natural) que mesmo de Plutão vai ser impossível olhar pra ele. Vamos andar noite e dia de óculos escuros.
O Sol vai então começar a encolher assim que aprender a usar hélio como combustível, o que vai tornar possível nós voltarmos para a Terra para dar um último tchau. Mas nada de fincar residência, essa fase dura apenas 100 milhões de anos, pois uma hora o hélio acaba, e quando isso acontecer o sol começará a se expandir de novo, o que nos obrigará a sair definitivamente do nosso tão querido sistema solar. A opção mais próxima vai ser o sistema da estrela de Bernard, que fica a 6 anos luz de distância. Relaxe e curta a viagem.

Claro que isso ainda vai demorar um pouquinho, e nós ainda temos tempo de aproveitar esse solzão maravilhoso aqui do Brasil.
Mas é melhor você se acostumar com a idéia de virar um mochileiro das galáxias.

E como você acha que vai ser o futuro?

Galaxy S4: Acompanhe a Evolução Top da Sansung.


m junho de 2010, a Samsung lançou o primeiro smartphone da linha Galaxy S. Este foi o passo mais importante na história da divisão mobile da companhia. Depois do sucesso desse modelo, a fabricante coreana apostou na série para competir de frente com a Apple.
Ao longo desses três anos, tivemos um ciclo “apertado” de lançamentos dos novos dispositivos dessa linha de smartphones avançados. Primeiro, o Galaxy S2 chegou para mostrar que a Samsung não estava para brincadeira.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Ano passado, o Galaxy S3 inovou de tal forma que conseguiu atingir o topo dos mais vendidos. E, nesta semana, conhecemos o Galaxy S4, modelo que traz uma das configurações mais avançadas para smartphones. Hoje, vamos ver como a Samsung evoluiu ao longo do tempo.

Aumento substancial de poder

A Samsung não economizou em nada ao projetar os aparelhos Galaxy S. Desde o primeiro modelo, pudemos ver que a fabricante apostou nos melhores componentes disponíveis. É curioso notar que a evolução nos processadores da linha parece seguir um padrão.
O produto lançado em 2010 trazia um chip potente de um único núcleo. Depois, com a chegada do Galaxy S2, pudemos conferir todo o poderio de um componente com dois núcleos. Há um ano, a fabricante apresentou um novo nível de desempenho com o Exynos de quatro núcleos que vem instalado no Galaxy S3.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung Galaxy S4 - Poder de sobra para cuidar da sua saúde (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Parecia que não veríamos algo ainda mais poderoso tão logo, porém, esta semana, a Samsung nos surpreendeu com a CPU de oito núcleos do Galaxy S4. O novo chip traz quatro núcleos de alto desempenho e mais quatro de baixo consumo de energia. Essa combinação garante poder de sobra quando necessário e prolonga a vida da bateria.
Claro, além de evoluir o cérebro dos aparelhos, a Samsung caprichou na memória e na nova GPU do seu novo smartphone. O Galaxy S4 traz o dobro de memória de seu antecessor e vem com um chip gráfico capaz de entregar um desempenho de até 51.1 GFLOPS.

Aproveitando o máximo em multimídia

Toda a linha de raciocínio da Samsung parece ser construída sobre os recursos utilizados pelos consumidores. É justamente por isso que, desde o primeiro Galaxy S, pudemos ver os aparelhos mais avançados da fabricante com telas maiores do que as utilizadas em muitos smartphones das concorrentes.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung 
Galaxy S3 (esquerda) e Galaxy S4 (direita) 
O display do Galaxy S4, por exemplo, ganhou 0,2 polegada a mais do que a tela que é usada no seu antecessor. Não bastasse isso, a resolução foi ampliada consideravelmente, garantindo a reprodução de vídeos e imagens em resolução Full HD. Graças a esses dois fatores, a densidade do visor teve um salto considerável, o que garante nitidez absurda.
A câmera da linha Galaxy S também evoluiu muito com o tempo. Apesar de não haver uma melhoria na quantidade de pixels capturados da lente do S2 para a do S3, houve diversas modificações no funcionamento do sensor.
O Samsung Galaxy S4, no entanto, veio para provar que a fabricante quer oferecer ainda mais qualidade e funcionalidades. O novo smartphone consegue capturar dezenas de fotos em apenas um segundo, simular efeitos de movimento e sincronizar fotografias das lentes frontal e traseira.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung 
Além disso tudo, devemos notar que a empresa melhorou muito o acesso à internet nos celulares da linha Galaxy S. Na mais recente versão, a fabricante adicionou suporte para a mais avançada tecnologia de redes 4G (que oferece velocidades de download de até 100 Mbps) e para o novo padrão de redes sem fio 802.11ac.

Enxuto e pronto para tudo

A evolução no processo de construção da linha Galaxy S também é notável nas medidas caprichadas. A fabricante coreana conseguiu enxugar cada vez mais as dimensões e aproveitar o espaço da melhor forma possível.
O Galaxy S4 é a prova viva de que existe como evoluir hardware, display e bateria sem aumentar um milímetro. O novo modelo é ainda mais leve que o antecessor, consegue ser incrivelmente fino e não impossibilita o usuário de trocar a bateria.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung 
Falando em energia, a Samsung não revelou quanto tempo dura a bateria do Galaxy S4, mas, considerando que ele traz um processador econômico, pode ser que a autonomia seja tão boa quanto a do antecessor.
Com a ideia de criar dispositivos mais úteis, a empresa coreana investe em uma série de recursos sua linha mais avançada de celulares. Isso já aconteceu previamente com os primeiros modelos, que traziam uma série de novidades que não existiam no Android.
Claro, outras empresas também investem em funcionalidades diferentes, mas a Samsung foi muito além com o S4. Buscando fazer um aparelho “intergaláctico”, a fabricante apostou em recursos para tradução de diversos idiomas com áudio, funcionalidades comandadas por voz e um recurso para sincronizar o áudio das músicas com até oito dispositivos.
Galaxy S4: acompanhe a evolução da linha top da Samsung 
O que você acha dessa evolução da fabricante? Ela está à frente das concorrentes? Você esperava ver algo a mais no Galaxy S4.



Fonte: www.tecmundo.com.br

Parabéns para mim!!

         Amanha dia 18/03/2013 é meu aniversário, mas nesse dia não pode faltar uma bela de uma comemoração,

Inauguração Do Blog

Olá meu nome é Victor Augusto Azevedo Araújo Cavalcante tenho 9 anos e crio este blog porque gosto muito de robôs , maquinas e etc...
Já tive muitos blogs todos com poucos visitantes , mas espero que esse tenha muitos , acredito que um dia o futuro irá chegar, e pode acreditar , nesse dia eu estarei lá para ver eu sei que posso estar até velhinho nesse dia ,mas eu estarei lá .
                                                                                 _Eu_